Atividade II
Em sala de aula procuro aproximar o conteúdo ao máximo do aluno. Utilizo frequentemente o diálogo no qual são impresindíveis os questionamentos. Sempre introduzo minhas aulas com conversas descontraídas fazendo perguntas aos alunos sobre o seu cotidiano, possíveis conhecimentos prévios e observações sobre o assunto. Sobre as categorias de perguntas que podem ser utilizadas nos questionamentos do cotidiano em sala de aula, a única que não costumo utilizar é a pergunta sem pausa para resposta. Utilizo perguntas para avaliar, chamar a atenção, disciplinar, recordá-los de assuntos já tratados em sala de aula ou que tenha sido citado pela televisão, organizar, fazer com que eles exponham opiniões e idéias... Acredito que este tipo de abordagem questinadora essencialmente dialógica é importante em todas as ações do processo ensino aprendizagem. Quando trabalhamos em uma aula de ciências, sobre o crescimento humano e os fatores que o determinam, a partir de questionamentos os alunos fizeram exposições de suas experiências e idéias sobre o assunto . Citaram sobre pessoas que conheciam que tiveram problema de crescimento e relacionaram às causas. Apreenderam novos conhecimentos e valorizaram os que já tinham consigo. Ao serem questionados sobre terem conhecimento quanto a sua altura, eles ficaram incomodados por não saberem. Porém quando foram medidos em sala e obtiveram essa informação, sentiram a necessidade de se conhecerem mais. Todos reallizaram comparações e muitos buscaram, por si mesmos, se informarem sobre quanto pesavam e se tinham um desenvolvimento normal. Isso mostra não só como é possível utilizar tal abordagem, como também quão proveitosa e útil ela pode ser.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A Educação a partir do questionamento...
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores". Jean Piaget
"Um dos desafios é a questão da dúvida, a dúvida como princípio do conhecimento, o que abre espaço para a incerteza e o desafio." Sandra Pesavento
"Quando o aprendiz é desafiado a questionar, (...) quando lhe é permitido formular questões que tenham significação para ele, (...) passa a desenvolver a competência para formular e equacionar problemas". Léa Fagundes
"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino". Paulo Freire
"Aceitar, ou se fazer, uma pergunta significa mergulhar em busca de respostas". Maturana e Varela
"A educação deve favorecer a aptidão natural da mente em formular e resolver problemas essenciais e, de forma correlata, estimular o uso total da inteligência geral. Este uso total pede o livre exercício da curiosidade, a faculdade expandida e a mais viva durante a infância e a adolescência, que com freqüência a instrução extingue (...) ". Edgar Morin
O Ser humano está sempre rodeado de incertezas. Seus questionamentos, dúvidas e anseios podem ser a porta para a construção de conhecimento. O aluno por exemplo, internaliza o seu conhecimento e saberes pela curiosidade que tem em relação a um conteúdo ou tema que lhe é significativo. A educação deverá ser dialógica e instigadora, que questione os saberes e eventos como alternativa no processo ensino-aprendizagem.
"Um dos desafios é a questão da dúvida, a dúvida como princípio do conhecimento, o que abre espaço para a incerteza e o desafio." Sandra Pesavento
"Quando o aprendiz é desafiado a questionar, (...) quando lhe é permitido formular questões que tenham significação para ele, (...) passa a desenvolver a competência para formular e equacionar problemas". Léa Fagundes
"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino". Paulo Freire
"Aceitar, ou se fazer, uma pergunta significa mergulhar em busca de respostas". Maturana e Varela
"A educação deve favorecer a aptidão natural da mente em formular e resolver problemas essenciais e, de forma correlata, estimular o uso total da inteligência geral. Este uso total pede o livre exercício da curiosidade, a faculdade expandida e a mais viva durante a infância e a adolescência, que com freqüência a instrução extingue (...) ". Edgar Morin
O Ser humano está sempre rodeado de incertezas. Seus questionamentos, dúvidas e anseios podem ser a porta para a construção de conhecimento. O aluno por exemplo, internaliza o seu conhecimento e saberes pela curiosidade que tem em relação a um conteúdo ou tema que lhe é significativo. A educação deverá ser dialógica e instigadora, que questione os saberes e eventos como alternativa no processo ensino-aprendizagem.
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